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日志


9月25日

Resposta á um amigo...

 

 

Sim meu amigo Brel, Gonzaguinha cantou muito bem o que se resume a vida...

Ela mesmo com muitas dores e decepções vale a pena...

Desde que não se deixe abater, que a criança que mora em nós não morra...

Afinal só mesmo as crianças, ou a que mora em nós, possui a fé que precisamos...

Áquela que nos força a levantar e a sorrir com certeza...

Certeza que não estamos aqui por nada, que tudo vale a pena...

Porque Deus está sempre presente, que a vida é uma dádiva...

Que mesmo chorando,tropeçando,ela é um grande presente...

Hoje estou num dia assim, mais meu lado crédulo diz:

Amanhã vai ser muito melhor, que o sol voltará a brilhar...

E que mais que tudo vou ser muito feliz...

Por que Deus existe, e porque eu acredito!!!

Apareça sempre Brel,adorei o vídeo,já gostava da música...

Beijo.

9月21日

Que saudades de Gonzaguinha...

Quando eu soltar a minha voz por favor, entenda
Que palavras por palavras eis aqui uma pessoa se entregando
Coração na boca, peito aberto, vou sangrando
São as lutas dessa nossa vida que eu estou cantando
Quando eu abrir a minha garganta, essa força tanta
Tudo que você ouvir, esteja certo que eu estarei vivendo
Veja o brilho dos meus olhos e o tremor das minhas mãos
E o meu corpo tão suado, transbordando toda raça e emoção
E se eu chorar e o sal molhar o meu sorriso
Não se espante, cante que o teu canto é minha força pra cantar
Quando eu soltar a minha voz por favor e
Que é apenas o meu jeito viver
O que é amar...

(Gonzaguinha)

 

Sempre em frente, embora...

 

Não é saudade, porque para mim a vida é dinâmica
e nunca lamento o que se perdeu -
mas é sem dúvida uma sensação muito clara de que
a vida escorre talvez rápida demais e, a cada momento,
tudo se perde.

"Essa morte constante das coisas é o que mais dói"
 
Sarah

Saudades,oh coisa complicada...

 

Saudades


E se eu sentir saudades?

Talvez me aconchegue em tuas palavras
Talvez me perca em lembranças tuas...
Talvez escreva um poema de amor
Perdendo me em palavras
Para deixar em ti...
...um pouco mais de mim.

Talvez abrace teus traços
...Traços que me aquecem a alma
Que me transmitem paz...
Serenidade....
...Ternura

Se eu sentir saudades?

Lembrarei-me do seu carinho...
Da meiguice que te acompanha
Desse seu jeito de menino...
Desse homem que és
Que tanto me encanta...

Rô Daros

9月12日

Afonso Estebanez



DOCE ASFIXIA DE AMOR

Ah, se te houvesse padecer o quanto
do tanto que esse amor desesperado
padeceu-me de enfado e desencanto
como um beijo nos lábios sepultado. 

Ah, se me houvesse redimir o pranto
do tanto que te amei sem ter amado
em padecendo em ti morrendo tanto
como o canto de um pássaro calado.

O amor que me asfixia de esperança
também se cala e em ti retine mudo
como sino a tanger sem ressonância.

Ah, não te fora o místico ‘contudo’...
Eu perdoaria o ‘mas’ da intolerância.
E meu amor, sem ‘mas’, seria tudo! 

Afonso Estebanez
9月10日

Morte ou recomeço?

Não, não foi preciso uma só palavra...
Nem mesmo um olhar, um sinal...
Á coisas nessa vida que não precisam serem ditas...
Á morte de um amor é quase banal embora triste...
Podemos fingir que não sabemos...
Porém quando a porta se abrir levando o que restou,
nada deve ser dito ou devería ser...
Não é preciso, não é sensato...
Que se preserve então as lindas lembranças...
Que as lágrimas sejam de saudades de um tempo bom...
Que jamais sejam de dor de palavras proferidas no calor da dor...
Dessas últimas ninguém precisa...
E então a porta se fechou levando o que restou...
E agora tanto faz quem o fez...
Á um mundo lá fora, outras histórias a serem vívidas...
E que elas venham para todos nós...
Nada de rancor, brinde a vida!
 
Arlete Bernardo
9月8日

Hoje estou meio assim sabe,sei não sabe...

“ O que nos impede, na maioria das vezes,
de ter o que queremos, de ser o que sonhamos,
de fazer o que pensamos e aceitar com o coração, 
é a ousadia que não cultivamos.”

_Clarice Lispector_

Ah,essa tal liberdade!




Ela é tão livre que um dia será presa.
Presa por quê?
Por excesso de liberdade.
Mas essa liberdade é inocente?
É. Até mesmo ingênua.
Então por que a prisão?
Porque a liberdade ofende.

Clarice Lispector